O requisito número 1 para buscar o desenvolvimento pessoal e profissional
Se não existe interesse, o que sobra é a estagnação. E quanto mais tempo você permanece estagnado, maior a chance de deixar ruir algo que poderia ser incrível.
Levanta a mão se você já conversou com alguém que só fala sobre si. Tudo gira em torno dela: suas experiências, sua vida. E quando o assunto se esgota, não existe uma pergunta sequer sobre você.
E se você traz algo sobre si, adivinha? Sim, ela dá um jeito de puxar o foco de volta para ela.
Tá com a mão levantada já? Aqui eu já tô assim🙋♀️ hahaha.
Sejamos sinceros: poucas coisas são tão entediantes e desinteressantes quanto esse perfil de pessoa. Afinal, se não existe interesse ou curiosidade, como alguém assim vai se desenvolver na vida, seja pessoal ou profissional?
Se, por padrão, essa pessoa não consegue se aprofundar em uma conversa do cotidiano, fico pensando como ela resolve os problemas. Qual seria o nível de interesse em entender as dores dos clientes, de um time, e como buscaria soluções.
Além disso, um motor importantíssimo da vida profissional são as conexões nutridas. O famoso networking. E, para isso, é preciso uma via de mão dupla: troca, interesse mútuo e genuíno em explorar novos mundos e assuntos.
Por esse motivo, pessoas desinteressadas não conseguem criar bons vínculos.
Pensar nisso aluga um triplex na minha cabeça por não entender como deve ser levar a vida assim.
Sempre tive esse perfil de questionar e entender profundamente sobre o que me proponho a fazer. Atribuo a isso — e a uma boa dose de coragem — ter conseguido realizar minha transição de carreira da advocacia para a área de marketing e produtos.
E, nos últimos anos, sinto que dei um salto nessas habilidades. Talvez por ter conhecido e passado a me cercar de pessoas que me inspiram e me impulsionam a evoluir ainda mais. Geralmente, são excelentes profissionais.
Tudo isso me leva à plena convicção de que o desenvolvimento, seja pessoal ou profissional, nasce do interesse.
Ser uma pessoa interessada é o que te leva a caminhos melhores. É o que te torna um profissional que busca soluções com mais agilidade, um amigo que escuta de verdade e sabe aconselhar, e um parceiro disposto a construir uma relação sólida.
Se não existe interesse, o que sobra é a estagnação. E quanto mais tempo você permanece estagnado, maior a chance de deixar ruir algo que poderia ser incrível.
Então, se você me permitir dar um pitaco, aqui vai: pratique o interesse.
Comece pelas pequenas interações, no dia a dia do trabalho ou com amigos.
Experimente escutar atentamente alguém falar sobre um tema que ama e entre na pira dela. Pergunte mais, se permita conhecer um universo que você não entende nada.
Uma boa também é observar pessoas que fazem isso com maestria. Tem gente que dá aula de relacionamento, e aprender na prática com elas é uma maravilha.
No trabalho, experimente participar de uma reunião de um time do qual você não faz parte, mas que o conteúdo pode ajudar em alguma atividade desenvolvida.
No fundo, não sei você, mas eu não quero alguém que saiba tudo sobre um assunto. Eu quero ouvir: “Não sei nada sobre isso, mas adoraria aprender. Pode me explicar mais?”. Sensação de coração quentinho e vínculo criado.
Valorizo quando vejo interesse real: boas perguntas, curiosidade genuína, e quando percebo que a pessoa se interessou a ponto de buscar mais informações.
E convenhamos: nada é mais sexy do que conversar com alguém que está realmente interessado no que você diz, mesmo que não entenda nada sobre o assunto.
Repito: praticar o interesse é o que te leva a percorrer caminhos melhores.
Espero que você tenha curtido esse texto. Se sim, vou agradecer se conseguir compartilhar com os amigos.
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Até a próxima semana!

